Um filme de Gabriel M. Guedes
Atuando seu amadurecimento numa peça teatral sem fim, Atlas encontra-se em um dilúvio de pensamentos e limitações que lhe foram impostas sobre o desejo, a imaginação e a fé. Buscando por algo que lhe ajude a superar a solidão e desilusões mundanas, entre a cruz e a espada, trilhará um caminho que revelará uma nova visão de mundo.
Trabalhei na equipe de arte sob a direção de Raissa Dandara, cuidando da construção e confecção de objetos de cena, da montagem do cenário e da curadoria de objetos. O filme pedia um universo entre o sagrado e o teatral, então boa parte do trabalho foi garimpar peças com peso simbólico, adaptar materiais para a câmera e pensar como cada objeto ajudava a contar os conflitos de Atlas com a fé e o desejo. No set, acompanhei a montagem e a manutenção dos ambientes entre uma cena e outra, garantindo que a continuidade visual se mantivesse do primeiro ao último plano.
A ficha pode estar incompleta, porque depende do material divulgado pela produção.
Projeto financiado pelo Edital Geraldo Sarno, chamamento público 005/2023, com o objetivo de incentivar as diversas formas de manifestação cultural de Vitória da Conquista. Apresentam também o projeto o Governo Federal, o Ministério da Cultura e a Prefeitura Municipal de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Turismo, Esporte e Lazer, através da Lei Paulo Gustavo.
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